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Gurupi perde o poeta José Ribamar Alves dos Santos

Por Zacarias Martins

Faleceu neste domingo (25)  pela manhã,  aos 63 anos, em decorrência de uma pneumonia, o poeta e cordelista José Ribamar Alves  dos Santos, um dos fundadores da Academia Gurupiense de Letras (AGL), onde ocupava a cadeira de nº 1.

Ribamar era servidor do município há 22 anos, e estava atuando no prédio da Secretaria Municipal de Saúde.

Perfil

Tocantinense de Dueré, José de Ribamar  Alves dos Santos  há muitos anos residia em Gurupi.

Sua estreia oficial no mundo das letras aconteceu em meados de 1998, quando teve trabalhos publicados no “Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi“, publicação coordenada pelo escritor e editor Eliosmar Veloso.Também participou  do Anuário nas edições de 1999, 2000 e 2004. Seu primeiro livro individual “A Rosa de Ouro & Outros Poemas”, foi publicado em 2003.

Nesse mesmo ano integrou as antologias “Anuário de Escritores”, “Talentos de um novo tempo” e “Diário do Escritor”. Participou, ainda, das antologias literárias “Palavras de Amor” e “Prêmio Anchieta de Poesia“, ambas em 2000. Já em 2001, participou da antologia “E por falar em amor…”. Em 2002, foi alvo de substanciosa matéria publicada na revista “Almanaque Cultural do Tocantins “, órgão de divulgação da Fundação Cultural do Tocantins.

Em 2004, teve trabalhos publicados na antologia “Além das Palavras” e publicou o seu segundo livro individual de poemas, intitulado “Alma de Penas “. Em 2006 marcou presença na antologia “Amar é tão bom” e conquistou menção honrosa no IX Prêmio Missões, do Rio Grande do Sul, tendo participado de uma antologia reunindo os trabalhos que mais se destacaram nesse prêmio.

Em 2007, Com o poema “Soneto da ilusão“,   participou da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos – Volume 31, lançada pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), do Rio de Janeiro. Dentre seus cordéis publicados estão “O Valente Mercador“, “Serjão Cachoeira – O Herói de Santo Reis” e  “O Empregado e o Salário”. Em 2016,  lançou o cordel “Salvo pelo Destino ou Zé Trindade e Dinalva”.

Durante anos ele manteve uma banca na Feira Coberta Central de Gurupi, onde comercializava literatura de cordel.

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