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Universidade da Maturidade se instala em Tocantínia com foco na comunidade indígena Xerente

Por Zacarias Martins

O município de Tocantínia, na região central do estado está na vanguarda da educação inclusiva brasileira, ao viabilizar a instalação de três polos da Universidade da Maturidade (UMA), voltada para o idoso indígena. “Trata-se da primeira instituição do gênero em todo o Brasil”, é o que destaca, com muito orgulho, o prefeito Manoel Silvino (SD), que não mediu esforços para concretizar esse projeto no seu município, já que, mais de 60% da população de Tocantínia é formada pela comunidade indígena Xerente.

Aula inaugural
A data de sexta-feira, 29 de outubro, certamente ficará marcada nos anais da história da UMA, não só em Tocantínia, mas em todo o Tocantins, pois nesse dia aconteceu no auditório do Colégio Batista da cidade, a aula inaugural ministrada pelo professor doutor Luiz Sinésio Silva Neto, Coordenador da Universidade da Maturidade (UMA), projeto de extensão da Universidade Federal do Tocantins (UFT), que está sendo colocado em prática pela Prefeitura de Tocantínia, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Importante alternativa
O secretário de Educação de Tocantínia, André Goveia, explicou que a implantação da Universidade da Maturidade no município, com o apoio da Prefeitura Municipal, chega como uma importante alternativa às pessoas idosas da comunidade Xerente, numa fase da vida em que detém experiência acumulada e sabedoria .

Espaço de convivência
“A Universidade da Maturidade, em Tocantínia, é um espaço de convivência social de aquisição de novos conhecimentos voltados para o envelhecer sadio e digno para o povo Xerente, sobretudo, na tomada de consciência da importância de participação do idoso na sociedade enquanto sujeito histórico”, afirmou André Goveia.

Inovação
De maneira inovadora no campo da educação, e comprovando que a administração municipal tem o compromisso de valorizar a pessoa idosa, pela primeira vez, na sua história, a Universidade da Maturidade contará com três polos numa mesma cidade. Haverá um polo na Aldeia Salto, que funcionará na Escola Municipal Educação Indígena Simsari, da zona rural e, também, nas instalações da Escola Municipal Antônio Benvindo Souza da Luz, no povoada Agua Fria 2, bem como, na zona urbana, na Escola Municipal de Tempo integral Antonio Benvindo. As aulas da UMA irão acontecer, de forma presencial e bilíngue (Português e Xerente), todas as quintas-feiras, no período da tarde.

O professor Armando Sõpre, mestre em Educação, e a professora Silèia Monteiro, especialista em Educação em novas tecnologias, são os coordenadores da UMA em Tocantínia.

Presenças
Por questões de força maior, o prefeito Manoel Silvino não pôde comparecer ao evento. Ele foi representado pelo seu vice, João Alberto. Também estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Tocantínia, Vereador Afonso Tavares e outros vereadores, bem como secretários municipais e lideranças Xerente.

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